29 agosto 2016

Cinema | Marvel libera "documentário" mostrando onde estava Thor durante a Guerra Civil.


E finalmente a Marvel liberou um dos contéudos de maior sucesso durante a Comic Con San Diego: um documentário que mostrava onde e o que estava fazendo o guerreiro asgardiano.

Dirigido Taika Waititi, o diretor neozelandês que irá trazer Thor: Ragnarok a vida (e quem sabe a reputação do personagem que está meio morta), mandou muito bem.

E ahh, ainda tem a participação especial do Bruce Banner, mais conhecido como o Hulk...está hilário!

Confere ai (infelizmente não há versão legendada ainda, mas assim que encontrar, atualizo o post!):



28 agosto 2016

Trailers | Guardiões, filme russo que promete em 2017


Lembro de novo começo do ano ter visto, em algum lugar sobre um filme russo de super-heróis, que salvariam a mãe Russia de um ataque devastador ao país. Mas é claro que o destaque havia ficado para o fato de termos um FUCKING URSO COM UMA METRALHADORA!

O teaser trailer era esse aqui:

Ai teve essa CENA DE AÇÃO DO CARAAAAAALHO!!! (que o David Ayer deveria ter visto para saber como usar câmera lenta no Esquadrão Suicida):

Ok, com o lançamento desse último trailer fica claro que em Guadiões (Defenders, 2017) teremos muito mais que isso, como o enredo que guiará essa aventura de ação que pelo climão trailer terá a mistura de alguns elementos de ficção cientifica.

Durante a Guerra Fria, uma organização chamada “Patriota” (algo parecido com o Shield ou a Argus) criou um grupo de super-heróis na época da antiga União Soviética. Escondidos por anos, agora após esse ataque, devem se revelar e enfrentar a parada.

O quarteto (lembra algo?) principal é formado por Arsus (Anton Pampushny), um homem com capacidades pirocineticas; Han (Sanjar Madiev), um artista marcial com a capacidade de controlar o vento; Ksenia (Alina Lanina), uma mulher que pode transformar seu corpo em água; e Ler (Sebastian Sisak), um homem que pode controlar a terra.

Eis o trailer completo para vocês:

Muito bom ou bom pra caralho?

A estreia na Russia em 23 de fevereiro de 2017, porém, mundialmente, ainda não foi divulgada nenhuma data...mas qualquer novidade, informamos vocês aqui e no Manguaça Nerd! Fiquem ligados!



26 agosto 2016

Seriado | Stranger Things (1ª Temporada)

Ou a melhor coisa que a Netflix fez em 2016?
Olha me atrevo a dizer, sem qualquer sombra de dúvida, que sim. Sim, temos muita coisa boa no catalogo da Netflix. Mas Stranger Things é um evento único, raro e de incrível qualidade que merece sim todo o hype que teve desde sua "estréia" no serviço de streaming mais famoso.

Em meio a uma fase, onde ao que parece, a cultura pop sofre de uma carência absurda de boas ideias, ou pelo menos ideias originais, nada como uma série que trás uma leva de homenagens mais do que escancaradas a uma das melhores décadas que foi o anos 80. A questão aqui é como isso é feito...e não poderia existir melhor exemplo de como usar bem o conjunto de referências e homenagens que essa década merece.

Todos nós que gostamos de cinema conhecemos o trabalho de caras como John Carpenter, Steven Spilberg e Stephen King com seus clássicos e sua influência criativa que percorrem os anos. Filmes como ET, Os Gonnies, O Iluminado, Poltergeist, Alien, Conta Comigo...a lista é tão extensa que em alguns momentos fiquei até meio que perdido (no bom sentido) em meio a tanta empolgação.
A criação dos irmãos Matt e Ross Duffer, comprova que quando a nostalgia é aliada a uma boa dose de qualidade, o resultado é incrível! A série não disfarça em nenhum momento a sua declaração de amor ao que foi e o que representa os anos 80. E esse ainda não é o maior e melhor trunfo da série!

Vamos falar sobre o enredo...

A história se passa no ano de 1983, onde somos apresentados a fictícia cidade de Hawkins, Indiana e ao grupo de amigos que vai ser o fio condutor da história. Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) e Will (Noah Schnapp) são aquele grupo de amigos inseparáveis e que estão vivendo suas desventuras daquela fase pré pré-adolescência.
Jogando RPG, andando de bicicleta e se divertindo como crianças normais se divertem. Mas o desaparecimento de Will, muda não só a rotina do grupo, mas como de certa forma irá afetar toda a cidade. À partir desse evento, a série vai acompanhar duas linhas de investigação sobre o sumiço de Will.

O agora trio, vai atrás de rastros e vestígios que indiquem o paradeiro do amigo que sumiu sem deixar nenhum rastro. E somos apresentados aos adultos da história, que à partir do aviso da mãe de Will, Joyce (Winona Ryder) ao chefe de polícia da cidade, o delegado Jim Hopper (David Harbour) dá início a busca em larga escala, que mobiliza a pequena cidade.

Afinal de contas, onde está Will Byers?
Joyce, em sua investigação particular, começa a perceber que algo de diferente está envolvido no sumiço de seu filho. Assim como o delegado Hopper, que descobre coisas além de sua jurisdição. Durante esse processo, as linhas de investigações do grupo de crianças e dos adultos acaba se cruzando eventualmente, criando até mesmo um terceiro grupo, ou dupla, formada pela irmã de Mike, Nancy (Natalia Dyer) e o irmão de Will, Jonathan (Charlie Heaton) dos quais não falarei os detalhes para não estragar nada da surpresa.

Entre as visões mais fantasiosas (ou realistas?) dos garotos, o sumiço do amigo ainda ganha um elemento mais intrigante para a história. Em uma das buscas pelo amigo, eles encontram uma garota que apenas se nomeia como Eleven/Onze (Millie Bobby Brown) e que eles apostam que tem algum envolvimento no desaparecimento de Will.
Mas como provar isso? Como extrair informações dela? Quem é essa garota misteriosa? Ela tem algo a ver de fato com o sumiço do amigo deles?

Todas essas perguntas tem suas respostas, apresentadas de uma maneira muito peculiar e em uma narrativa que não cansa em nenhum momento e que constroem os maravilhosos 08 episódios dessa série que se tornou, com todos os méritos sucesso não só de crítica, mas de público.

É preciso registrar também que nada disso daria certo se o elenco não fosse primoroso. Mas é preciso destacar dois pontos: as atuações de Winona Ryder e Millie Bobby Brown. Entre a mãe esperançosa e aflita e a menina misteriosa que fala quase sempre com o olhar, o show proporcionado pela veterana atriz que se arrisca pela primeira vez na TV e a garotinha novata, que está tendo seu primeiro papel de destaque, são os pontos chaves não só para a trama, mas para o sucesso da série.
David Harbour também manda muito bem como o delegado traumatizado e humano em meio as incríveis revelações que se apresentam e o trio de amigos interpretado por Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin, também são uma grata surpresa.

A série se preocupa até mesmo com os pequenos coadjuvantes mandam bem e em algum momento, terão o seu momento na tela, como o "coadjuvante de luxo" Matthew Modine, que interpreta o misterioso Dr. Martin Brenner e os adolescentes da trama, que em meio ao clima "Clube dos Cinco", se apresentam bem quando são chamados ao foco da trama.
Bom, se você ainda não viu, faça-se esse favor e assista Stranger Things. Seja pela nostalgia que sempre irá (re)conquistar nossas mentes e corações, seja pelo roteiro bem escrito e muito bem amarrado em cada episódio.

Seja pela direção muito acertada, não só homenageando os renomados diretores citados no começo desse texto, mas servindo o espectador como muito qualidade própria em todos os episódios. Ou pelas atuações incríveis e precisas do seu elenco, Stranger Things é um grandessíssimo acerto da Netflix e que agora só deixa a ansiedade pela continuação dessa história para uma já confirmada segunda temporada.

Avaliação do ALTER EGO:






TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
Strangers Things - 2016 - 60 min./08 episódios - EUA - Drama/Suspense/Ficção Científica
Direção: Vários
Criado por: Matt Duffer e Ross Duffer
Roteiro: Vários
Elenco: Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Matthew Modine, Joe Keery
Site Oficial: https://www.netflix.com/title/80057281

Cinema | Novo Filme dos Power Rangers

Me lembro como muito carinho e empolgação de quando foi anunciado aquele que seria o primeiro (e único até o momento) filme na telona dos Power Rangers. Não adianta, qualquer garoto que viveu os anos 90, assistiu o grupo de amigos que estavam ali diariamente lutando conta as forças do mal.

Parar ficar ainda mais bacana, o seriado trazia as milhares de referências de todas as produções nipônicas e divertia demais. Mas o tempo passa...e confesso que foi até uma surpresa quando tivemos aquela maravilha de curta metragem, aguçou a nostalgia e a discussão de que quando algo que fez sucesso no passado, quando bem feito, vale a pena ser revisitado.

As informações sobre o novo filme dos Rangers ainda estão sendo reveladas e pouco se sabe. No mais, temos a nova formação e as primeiras imagens já foram divulgadas, assim como um cartaz teaser. As gravações ainda rolam, por isso nada de trailers por enquanto, mas as reações na web do novo visual estão bem divididas, isso é fato!
Particularmente, espero um filme divertido, mas como já está claro, esse filme não é um filme para nós velhos. Uma nova geração está ai e assim como no passado, com toda a dose de inspiração dos grupos Super Sentai que estava lá para atrair um público já cativado, a adaptação e algumas mudanças se farão necessárias.

Torço para que o resultado seja extremamente positivo, pois o melhor de tudo, vai ser ir ver o filme dos Rangers junto com meu filhote. =D.

O elenco terá Dacre Montgomery como o Ranger Vermelho, Naomi Scott como a Ranger Rosa, Ludi Lin como o Ranger Preto, Becky G (que também é cantora) como a Ranger Amarela e RJ Cyler como o Ranger Azul. Teremos também no elenco Elizabeth Banks como a vilã Rita Repulsa e Bryan Cranston (sim, aquele mesmo de Breaking Bad) como o Zordon.
O roteiro a seis mãos foi escrito por Ashley Miller, Zack Stentz (de X-Men: Primeira Classe) e John Gatins (Gigantes de Aço). Dean Israelite (Projeto Almanaque) dirige o novo filme dos Power Rangers que estreia em 24 de março de 2017.


09 agosto 2016

Desventuras | Rat Roods com a Equipe Orra

Carros bacanas, cerveja gelada e música de qualidade no Daily de hoje!
Ontem a tarde, No último sábado, dia 06/08, visitei o estande da equipe Orra Rat Rod Association, daqui de Osasco, comandada pelo Albert Jurevics e Beto Sanazar e que desde 2011 fazem um trabalho muito bacana na divulgação do lifestyle que é o Rat Rod.

Pra quem não conhece, o Rat Rod é um estilo de Hot Rod e customização de carros antigos imitando ou exagerando alguns aspectos dos veículos das décadas de 40, 50 e 60. No Brasil, a década de 70 e 80 é o "alvo" preferido dessa galera que dá um show quando tratam os vovózinhos de quatro rodas.
Equipe ORRA
Já havia marcado presença em uma exposição que ocorreu no calçadão de Osasco e curti pacas (clicando aqui, use a seta para a esquerda para ver algumas fotos) e desde o dia 04 alguns carros estão sendo expostos na praça de eventos do SuperShopping Osasco.

Eu troquei uma ideia com a galera do Orra e você confere no Daily Vlog de hoje. Além da galera do Orra, eu também conversei com o Fábio, dono do The Barber, parceiro do Orra que estava por lá também dando um tapa no visual da galera.
Dá play ai!



Dia 14 estaremos por lá cobrindo esse evento que tem tudo pra ser muito bacana! Esperamos vocês por lá!

Agora você confere algumas fotos que fiz lá pelo evento!






No nosso Instagram tem mais fotos, clica aqui.



22 julho 2016

Música | Marianas Trench - Pop 101

Sempre digo que música boa não tem fronteiras...
Capa do Single (fonte: Wikipédia)
e isso é uma das melhores coisas que se pode pensar, pois dessa forma, coisas boas te surpreendem quando se menos espera...certo?

Certíssimo quando se fala a respeito dessa música, que encontrei nas leituras (bem atrasadas) de um site chamado Likecool, que reúne muita coisa bacana do que rola lá nos EUA. E como sempre o site traz algumas sátiras, eu achei que era mais uma delas.

Só que não! As fórmulas da música pop nos últimos 10 anos estão tão repetidas (ou requentadas do passado?) que a banda Marianas Trench resolve "dar uma aula" de como se fazer uma música pop. E em meio a todas as "influências" e "homenagens", temos uma música bacana e inteligente sobre um estilo, que por mais popular que seja, não prima pela sua originalidade. Mas será que alguém liga?

O Marianas Trech, que não conhecia até esse achado, é uma banda de pop punk formada em 2001 na cidade de Vancouver, no Canadá. É formada atualmente por  Josh Ramsay, nos vocais e guitarra, Matt Webb, guitarra e backing vocal, Mike Ayley no baixo e backing vocal e Ian Casselman, na bateria e também backing vocal.

Eles lançaram até hoje 04 discos de estúdio mais 03 EPs, e "Pop 101", um dos grandes sucessos do grupo, faz parte de um desses EPs, intitulado Something Old / Something New, lançado em 2015, mas com músicas gravadas entre 2001 e 2004. "Pop 101" é de 2004.

Mais do que uma ótima sacada, é uma música que você vai curtir...se souber apreciar coisas boas.

Compartilho aqui com vocês duas versões, a com a letra (para você que souber inglês, vai ficar mais fácil entender as sacadas)e o clipe oficial. Afasta o sofá e se prepare pra dançar!

Lyrics Video:



Clipe Oficial:


How 'bout one more last word like
"Hey girl, we've only got tonight"
Some things just go together like
Higher, desire, and fire
Higher, desire, and fire

Letra completa aqui.



20 julho 2016

Outros Autores | O Valioso Tempo do Maduros

Por Mário de Andrade
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.

As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.

Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos'. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena.

E para mim, basta o essencial!



19 julho 2016

Desventuras | Sobrescrevendo Memórias de Uma Trilha Acústica

Andar por essa avenida, em pleno domingo a tarde, com esse belo sol sobre a minha cabeça, me faz perceber que a vida passa mesmo muito rápido. Relembrar de coisas guardadas nas caixas encostadas no canto do quarto não faz mal quando o maior desafio, que é enfrentar a si mesmo, já foi vencido.

Então percebo que não é tão ruim aprender com coisas que já passaram. Sorrir, chorar, viver. São coisas que ainda bem que passaram por esses olhos, alma e coração. Mas assim como os carros pela avenida, os pensamentos e vem e vão em uma velocidade bem considerável, diga-se de passagem.

Li em algum lugar nessa semana que o cérebro é realmente um super-computador. Não duvido disso nenhum pouco. Ainda mais quando os estímulos dessa avenida, com carros passam a uma velocidade considerável, ciclista querendo uma vida saudável, seguranças rezando para não entrarem em ação...tudo isso me traz um memória, uma lembrança.

Então percebo que não é tão ruim reviver algumas coisas assim. Comer, rezar, amar. (nunca vi esse filme, é bom?). São coisas que ainda bem que se reuniram nesse que vos escreve. Destino, vontade, coincidência? Não importa o motivo, o resultado é sempre o mais importante da equação.

A avenida termina, me lembro do momento de ruptura e das perguntas do porque um dia me juntei a alguns amigos, colegas, parceiros de crime e mulheres. Me pergunto porque um dia me permiti sofrer. Me pergunto porque um dia me permiti amar. Me pergunto porque um dia permiti fazer promessas que nunca seriam completas.

O posto está vazio, para um domingo...me lembro que é hora de jogo. Meu time joga...é clássico. Os funcionários dão risadas de algum cliente engraçado que passou...ou pode ser de mim, com a cara de "reflitão" que sei que estou transmitindo nesse momento. Não ligo. Assim como me lembro que não deveria ligar para o que já passei, para o que não terei como desfazer.

Valeu a pena sofrer. valeu a pena conhecer cada alma, cada coração, até mesmo os mais mentirosos. Como diz aquele tirinha, a culpa não é minha de ser legal...e o cappuccino chega na mesa sem a pressão que a sua própria fonte já exercera sobre ele. Compartilho então dessas "libertações" em cada gole, onde a ajuda se torna mútua.

Lembro da matéria que li sobre o super-computador, lembro da música da Alanis sobre cappuccino, lembro que preciso mudar o foco ao lembrar de cada coisa. Não é fácil, mas ver o lado bom das coisas (ou da vida) é sempre mais necessário do que desistir de si mesmo.

Dessa forma então, assim como administrar aquele velho HD, vou transferindo os arquivos que precisam ser guardados. Pastas com lições, aptidões e porque não, as correções necessárias que foram feitas durante o caminho.

Aos arquivos que restam, pensamentos que pensam que seriam bons, mas na verdade, causaram o clássico "pés pela cabeça". De proposito? Não, foram ações que tomei, esperanças que criei, sonhos que sonhei. Tiro que saiu pela culatra, mas se ainda estou vivo, quer dizer que os sonhos e esperanças que ficaram ainda valem de algo.

Certo? Não espero por respostas fáceis mais. As princesas não são mais familiares e eu não espero mais felicidades efêmeras. Me perdoe a ironia, mas aqueles pensamentos tortos não mais fazem parte desse coração que ainda pulsa mesmo aos trancos e barrancos.

E depois de mais carros, mais seguranças e agora a lua, que ilumina essa avenida escura e o meu caminho de volta. Mudando de "rei da dor" para "príncipe da alegria", o status na rede social nem sempre vai ter a magnitude do valor de um sorriso, ou até mesmo de uma lágrima.

Mas você já deve saber a essa altura né? Que nenhum sentimento negativo é mais convidado a entrar nesse espaço que chamo de felicidade. Tudo vai durar para sempre? É claro que não...e ainda bem, pois tudo o que se mantém seguro demais, traz confiança. E se tem uma coisa que não é certa nessa vida, é que estamos sempre seguros.

Amanhã vou caminhar até a padaria da esquina...