16 setembro 2016

Música | Red Hot Chili Peppers - Go Robot

E no último dia 09/09, mais conhecida com a última sexta-feira, o Red Hot lançou o seu segundo clipe de The Getaway, disco mais recente da banda, lançado em junho desse ano,

Em Go Robot, a banda flerta com a disco music e cola todo mundo pra dançar. Em mais uma interpretação hilária, o vocalista Anthony Kiedis anda pela cidade a caminho de uma competição de dança no melhor estilo anos 70, com total inspiração no filme "Os Embalos de Sábado a Noite", clássico de 1977 estrelado por John Travolta.

Era vontade da banda que esse fosse o primeiro single do disco, mas acabou se tornando o segundo após o produtor Danger Mouse convencer a banda do poder de Dark Necessities e de certa forma, o contrabalanço entre os dois singles, mostram o quanto esse novo disco é único para a banda.

Dançante, com uma linha de baixo sem igual e a guitarra contagiante de Josh Klinghoffer provam que mais um single de sucesso acabou de ser lançado.

Afasta os móveis ai, porque você vai dançar:

"I wanna thank you and spank you upon your silver skin
Robots don't care where I've been
You've got to choose it to use it, so let me plug it in
Robots are my next of kin"

Letra completa aqui.



15 setembro 2016

Cinema | Trailer do "último" Resident Evil


E parece que finalmente chegará ao fim a jornada de Alice (contra a Umbrella Corporation. Tirando a parte de que eles mudaram totalmente o foco e o enredo dos jogos em que é baseado, a série de filmes dirigida por Paul W. S. Anderson sempre me agradou.

Seja pela memória afetiva com o nome da série ou até mesmo pela diversão que (alguns) os filmes proporcionam, Resident Evil encerra a série com Alice voltando à Raccoon City para acabar de vez com os planos de Albert Wesker (Shawn Roberts), do Dr. Alexander Isaacs (Iain Glen) como e a Rainha Vermelha, inteligência artificial que controla o complexo da corporação na cidade.

Com Guns N' Roses de trilha, o trailer mostra que teremos novamente uma Alice badass e que contará novamente com a ajuda de Claire Redfield (Ali Larter)

Confere ai:

A estréia do filme será no dia 26 de Janeiro de 2017 e depois de ver, é claro que vai ter resenha aqui pra vocês!

E ai, o que vocês espera desse capítulo final da saga de Alice? Alguém mais curte a série? Deixem ai seus comentários.



12 setembro 2016

Cinema | Sincronia entre Homem de Aço e Batman vs Superman é no mínimo INCRÍVEL


Tem esse blog maroto, de uma qualidade ímpar que curto muito chamado Amigos do Fórum. E ele trouxe uma montagem, publicada na página onde as cenas inicias de Batman vs Superman e a sequência final de Homem de Aço.

Eu não sei, mas a minha mente sempre grava bem algumas sequências de filmes e conforme ia rolando a correria do Bruce Wayne no começo do BvS, imaginei essa sequência, mas só os pontos chaves.

Pow, mas ver essa montagem completa, desse jeito, mostra um pouco do que imaginei...e olha...é DO CARALHO ver essa montagem.
Realmente o trabalho de Snyder é algo a ser louvado e ao contrário das críticas sem sentido, essa montagem só reforça isso!



08 setembro 2016

Alter Ego | Enquanto É Tempo

E falta tempo para respirar, espreitar e até mesmo espalhar mais algumas palavras por esse branco que me provoca. Mas parece que não há tempo para isso agora. E entre escolher fazer e não fazer, escolho fazer um pouco de cada muito que tenho...e o tempo, parece que falta tempo com tanto tempo.

24 horas parece pouco, mas só se passaram duas horas. Cheguei às 10hs, não é nem meio-dia e acordei eram 06hs. Mas dormi mais um pouco, 08:30, atrasado agora. Mas não só eu, também o ônibus. E o sono, e o trânsito. Engordo porque não sobra tempo e me perco emagrecendo o meu intelecto.

Não consigo ler o livro, mas vivo lendo posts sem sentido naquela rede que curto. Mas porque eles são sem sentido? Qual o sentido de continuar lendo. E cada vez mais rápido digito esse texto, pois as palavras parecem correr.

Sim, parece que lá dentro, aqui dentro, não há tempo...mas ai paro, respiro...reticências. Ponto, vírgula, me levanto, pego a taça, pego a cerveja, e preencho o vazio de um copo que me aguarda há tempos. Assim como preencho o tempo com conhecimento. Vazio, efêmero, eterno, passageiro, necessário, obrigatório, de bom grado, forçado, emprestado...recém-criado.

E aprendo mais uma vez que o tempo, mano velho, é legal. Me traz a alvorada, as madrugadas e as tardes preguiçosas que insistem em terminar. Me traz o corpo quente que me enebria de prazer. Me traz a certeza de que o sorriso do meu filhote ei de ver.

É, falta tempo, mas gastar ele me prova que estar vivo ainda é o que traz sentido. Então gasto tempo, lendo, aprendendo, vejo, observando, falando, em silêncio, rezando, agradecendo e pedindo ao tempo só um pouco mais de tempo enquanto ele vem de encontro ao que de melhor tempo.

A cerveja está no copo, em alguns goles, esvazei o copo, esvazei a mente, transformei em palavras essa corrida contra o tempo...mas cansei há tempo das disputas. E da melhor forma, brindo essa nova união entre corpo, mente e o tempo...enquanto é tempo.



04 setembro 2016

Cinema | Esquadrão Suicida

Filme da DC tinha tudo para ser um marco, mas tropeça com a faca e o queijo na mão.
E finalmente resolvi parar, refletir e escrever sobre esse, que na minha opinião, foi a maior decepção dos últimos tempos com relação a um filme de super-heróis.

Dito isso, e aquém de todas as confusões que envolveram a produção e que pipocam desde o seu lançamento até hoje, um mês depois do seu lançamento, é visível que o diretor e roteirista David Ayer se perdeu em algum momento...e não foi muito.

O contexto em qual o grupo foi inserido, logo após os eventos mostrados em Batman vs Superman. se apresenta com uma perfeita adição a esse universo que a DC finalmente começou a desenhar depois do excelente Homem de Aço. E tinha tudo para dar certo.
Antes de mais nada, é importante dizer que o filme não é ruim. Tem boas cenas de ação, algumas piadas aqui, um caminho interessante a ser seguido ali. Mas sei lá...faltou. Faltou consistência no roteiro, faltou coragem para arriscar mais...já que era pra seguir a mesma linha da sua contra-parte da Marvel, faltou algo.

Personagens para isso não faltam. Depois da suposta morte do Superman, Amanda Waller (Viola Davis) leva ao governo americano o projeto em que pretende montar uma força-tarefa, capaz de reunir os piores entre os piores vilões para missões consideradas suicidas. Após as negociações necessárias, a apresentação de Dexter Tolliver (David Harbour) com as mesmas questões levantadas em BvS, convence a autorização para o projeto.

Começa então o "recrutamento" da equipe e a apresentação na poderia ser mais cafona e piegas...sério, só faltou a música dessa montagem aqui:

E assim somos apresentados a equipe que será "liderada" por Rick Flag (Joel Kinnaman): Floyd Lawton/Pistoleiro (Will Smith), Drª F. Harleen Quinzel/Arlequina (Margot Robbie), George "Digger" Harkness/Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Waylon Jones/Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), Chato Santana/El Diablo (Jay Hernandez), Christopher Weiss/Amarra (Adam Beach), June Moone/Magia (Cara Delevingne) e Tatsu Yamashiro/Katana (Karen Fukuhara).
Após a apresentação da ameaça e ao foco evidente à história do Pistoleiro e seu ódio pelo Batman (Ben Afleck) e para a Arlequina e sua relação de loucura/abuso com o Coringa (Jared Leto) que se tornou o destaque, mas pelos motivos errados, o filme segue o caminho do óbvio.

Nem adianta entra mais no que o enredo entrega, pois as variedades e nuances que a diversidade do grupo, uma das características mais bacanas e exaltadas nos três trailers principais que foram divulgados durante a promoção, morreram no filme! Fica claro o destaque para as principais estrelas e os total descanso na falta de construção do roteiro com os outros personagens, que ainda assim, graças ao carisma de Jai Courtney e o talento de Jay Hernandez trazem destaque além do arco da Arlequina e do Pistoleiro.

A decepção maior com o filme foi pela perda do potencial que ele tem. Ok, sabíamos desde o início que pelas participações de Batman e o destaque ao Coringa, os dois seriam os rostos principais, mas ainda assim, tem por culpa do roteiro confuso e apressado, frases de efeito vazias e que arrancam aquele sorriso amarelo, quando não há nada pra justificar aquilo.
As poucas cenas que empolgam, como uma sequência em que o Pistoleiro se torna o líder natural da bagunça, dão aquela falsa esperança de que o filme vai engrenar, mas um problema chamado ritmo de narrativa não deixava. E também havia um outro problema, chamado Coringa que ecoava por todo o filme.

As expectativas para a primeira aparição do Palhaço do Crime após a estupenda e premiada atuação de Heath Ledger, não pareciam ser grandes o suficiente para atrapalhar Jared Leto. Talento ele tem, mas o maior problema que vejo foi a má utilização do personagem, que nunca fez parte do Esquadrão e que aparece somente como algo que justifica as atitudes e comportamento da Arlequina.

O que poderia ser a cereja no bolo, acabou se tornando um incomodo, maior ainda quando veem a tona a enorme quantidade de cenas cortadas e as intromissões no roteiro de Ayer que apagaram o personagem. E com certeza o que fica claro que é a expectativa que foi criada antes do lançamento do filme.
De enorme potencial, a versão final do filme acaba se tornando só mais um filme comum, esquecível pelo seu roteiro picotado, edição confusa e uma trilha sonora mais alta do que os diálogos que realmente importavam.

Nem mesmo o easter-eggs, os fan services e as participações de dois dos grandes heróis da DC durante o filme, elevam o nível. O que é uma pena. Culpa da minha expectativa exacerbada? Com certeza, pois o filme diverte e algumas cenas e diálogos salvam a equipe do desastre total.

A DC parece ter achado o seu caminho. Já sabe que a identidade criada pelos filmes de Snyder não pode ser descartada e tentar emular o humor visto nos filmes da Marvel não vai funcionar. Com um elenco desses, não é aceitável fazer um filme mediano. Will Smith, Margot Robbie e Viola Davis arrebentam e salvam o filme. Mas só isso não basta.
Um pouco de ousadia e coragem talvez fizessem com que a identidade da equipe fosse melhor apresentada. E mais tempo de tela ao Coringa de Leto talvez fizessem jus ao talento do ator. Resta agora esperar pela continuação, já planejada devido a bilheteria incrível e confesso, surpreendente.

Não receio pelos futuros lançamentos, mas definitivamente a DC precisa aceitar que seus filmes funcionam de uma forma e não é fazendo a sua versão de Guardiões da Galáxia que ela irá acertar a mão.

Avaliação do ALTER EGO:






TRAILER:

FICHA TÉCNICA:
Esquadrão Suicida (Suicide Squad) - 2016 - 130 min. - EUA/Canadá - Ação/Aventura/Fantasia
Direção: David Ayer
Roteiro: David Ayer
Elenco: Will Smith, Jared Leto, Margot Robbie, Joel Kinnaman, Viola Davis, Jai Courtney, Karen Fukuhara, Jay Hernandez, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Ike Barinholtz, Scott Eastwood, Cara Delevingne, David Harbour
Site Oficial: http://www.esquadraosuicidafilme.com.br/



29 agosto 2016

Cinema | Marvel libera "documentário" mostrando onde estava Thor durante a Guerra Civil.


E finalmente a Marvel liberou um dos contéudos de maior sucesso durante a Comic Con San Diego: um documentário que mostrava onde e o que estava fazendo o guerreiro asgardiano.

Dirigido Taika Waititi, o diretor neozelandês que irá trazer Thor: Ragnarok a vida (e quem sabe a reputação do personagem que está meio morta), mandou muito bem.

E ahh, ainda tem a participação especial do Bruce Banner, mais conhecido como o Hulk...está hilário!

Confere ai (infelizmente não há versão legendada ainda, mas assim que encontrar, atualizo o post!):



28 agosto 2016

Trailers | Guardiões, filme russo que promete em 2017


Lembro de novo começo do ano ter visto, em algum lugar sobre um filme russo de super-heróis, que salvariam a mãe Russia de um ataque devastador ao país. Mas é claro que o destaque havia ficado para o fato de termos um FUCKING URSO COM UMA METRALHADORA!

O teaser trailer era esse aqui:

Ai teve essa CENA DE AÇÃO DO CARAAAAAALHO!!! (que o David Ayer deveria ter visto para saber como usar câmera lenta no Esquadrão Suicida):

Ok, com o lançamento desse último trailer fica claro que em Guadiões (Defenders, 2017) teremos muito mais que isso, como o enredo que guiará essa aventura de ação que pelo climão trailer terá a mistura de alguns elementos de ficção cientifica.

Durante a Guerra Fria, uma organização chamada “Patriota” (algo parecido com o Shield ou a Argus) criou um grupo de super-heróis na época da antiga União Soviética. Escondidos por anos, agora após esse ataque, devem se revelar e enfrentar a parada.

O quarteto (lembra algo?) principal é formado por Arsus (Anton Pampushny), um homem com capacidades pirocineticas; Han (Sanjar Madiev), um artista marcial com a capacidade de controlar o vento; Ksenia (Alina Lanina), uma mulher que pode transformar seu corpo em água; e Ler (Sebastian Sisak), um homem que pode controlar a terra.

Eis o trailer completo para vocês:

Muito bom ou bom pra caralho?

A estreia na Russia em 23 de fevereiro de 2017, porém, mundialmente, ainda não foi divulgada nenhuma data...mas qualquer novidade, informamos vocês aqui e no Manguaça Nerd! Fiquem ligados!



26 agosto 2016

Seriado | Stranger Things (1ª Temporada)

Ou a melhor coisa que a Netflix fez em 2016?
Olha me atrevo a dizer, sem qualquer sombra de dúvida, que sim. Sim, temos muita coisa boa no catalogo da Netflix. Mas Stranger Things é um evento único, raro e de incrível qualidade que merece sim todo o hype que teve desde sua "estréia" no serviço de streaming mais famoso.

Em meio a uma fase, onde ao que parece, a cultura pop sofre de uma carência absurda de boas ideias, ou pelo menos ideias originais, nada como uma série que trás uma leva de homenagens mais do que escancaradas a uma das melhores décadas que foi o anos 80. A questão aqui é como isso é feito...e não poderia existir melhor exemplo de como usar bem o conjunto de referências e homenagens que essa década merece.

Todos nós que gostamos de cinema conhecemos o trabalho de caras como John Carpenter, Steven Spilberg e Stephen King com seus clássicos e sua influência criativa que percorrem os anos. Filmes como ET, Os Gonnies, O Iluminado, Poltergeist, Alien, Conta Comigo...a lista é tão extensa que em alguns momentos fiquei até meio que perdido (no bom sentido) em meio a tanta empolgação.
A criação dos irmãos Matt e Ross Duffer, comprova que quando a nostalgia é aliada a uma boa dose de qualidade, o resultado é incrível! A série não disfarça em nenhum momento a sua declaração de amor ao que foi e o que representa os anos 80. E esse ainda não é o maior e melhor trunfo da série!

Vamos falar sobre o enredo...

A história se passa no ano de 1983, onde somos apresentados a fictícia cidade de Hawkins, Indiana e ao grupo de amigos que vai ser o fio condutor da história. Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) e Will (Noah Schnapp) são aquele grupo de amigos inseparáveis e que estão vivendo suas desventuras daquela fase pré pré-adolescência.
Jogando RPG, andando de bicicleta e se divertindo como crianças normais se divertem. Mas o desaparecimento de Will, muda não só a rotina do grupo, mas como de certa forma irá afetar toda a cidade. À partir desse evento, a série vai acompanhar duas linhas de investigação sobre o sumiço de Will.

O agora trio, vai atrás de rastros e vestígios que indiquem o paradeiro do amigo que sumiu sem deixar nenhum rastro. E somos apresentados aos adultos da história, que à partir do aviso da mãe de Will, Joyce (Winona Ryder) ao chefe de polícia da cidade, o delegado Jim Hopper (David Harbour) dá início a busca em larga escala, que mobiliza a pequena cidade.

Afinal de contas, onde está Will Byers?
Joyce, em sua investigação particular, começa a perceber que algo de diferente está envolvido no sumiço de seu filho. Assim como o delegado Hopper, que descobre coisas além de sua jurisdição. Durante esse processo, as linhas de investigações do grupo de crianças e dos adultos acaba se cruzando eventualmente, criando até mesmo um terceiro grupo, ou dupla, formada pela irmã de Mike, Nancy (Natalia Dyer) e o irmão de Will, Jonathan (Charlie Heaton) dos quais não falarei os detalhes para não estragar nada da surpresa.

Entre as visões mais fantasiosas (ou realistas?) dos garotos, o sumiço do amigo ainda ganha um elemento mais intrigante para a história. Em uma das buscas pelo amigo, eles encontram uma garota que apenas se nomeia como Eleven/Onze (Millie Bobby Brown) e que eles apostam que tem algum envolvimento no desaparecimento de Will.
Mas como provar isso? Como extrair informações dela? Quem é essa garota misteriosa? Ela tem algo a ver de fato com o sumiço do amigo deles?

Todas essas perguntas tem suas respostas, apresentadas de uma maneira muito peculiar e em uma narrativa que não cansa em nenhum momento e que constroem os maravilhosos 08 episódios dessa série que se tornou, com todos os méritos sucesso não só de crítica, mas de público.

É preciso registrar também que nada disso daria certo se o elenco não fosse primoroso. Mas é preciso destacar dois pontos: as atuações de Winona Ryder e Millie Bobby Brown. Entre a mãe esperançosa e aflita e a menina misteriosa que fala quase sempre com o olhar, o show proporcionado pela veterana atriz que se arrisca pela primeira vez na TV e a garotinha novata, que está tendo seu primeiro papel de destaque, são os pontos chaves não só para a trama, mas para o sucesso da série.
David Harbour também manda muito bem como o delegado traumatizado e humano em meio as incríveis revelações que se apresentam e o trio de amigos interpretado por Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin, também são uma grata surpresa.

A série se preocupa até mesmo com os pequenos coadjuvantes mandam bem e em algum momento, terão o seu momento na tela, como o "coadjuvante de luxo" Matthew Modine, que interpreta o misterioso Dr. Martin Brenner e os adolescentes da trama, que em meio ao clima "Clube dos Cinco", se apresentam bem quando são chamados ao foco da trama.
Bom, se você ainda não viu, faça-se esse favor e assista Stranger Things. Seja pela nostalgia que sempre irá (re)conquistar nossas mentes e corações, seja pelo roteiro bem escrito e muito bem amarrado em cada episódio.

Seja pela direção muito acertada, não só homenageando os renomados diretores citados no começo desse texto, mas servindo o espectador como muito qualidade própria em todos os episódios. Ou pelas atuações incríveis e precisas do seu elenco, Stranger Things é um grandessíssimo acerto da Netflix e que agora só deixa a ansiedade pela continuação dessa história para uma já confirmada segunda temporada.

Avaliação do ALTER EGO:






TRAILER:
FICHA TÉCNICA:
Strangers Things - 2016 - 60 min./08 episódios - EUA - Drama/Suspense/Ficção Científica
Direção: Vários
Criado por: Matt Duffer e Ross Duffer
Roteiro: Vários
Elenco: Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Matthew Modine, Joe Keery
Site Oficial: https://www.netflix.com/title/80057281